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O EQUILÍBRIO NAS PARCERIAS AMOROSAS E NAS RELAÇÕES DE AMIZADE



Para que a amizade ou o casal se sinta nutrido e a relação dê certo, é preciso que haja confiança, e que essa confiança seja comum entre ambas as partes, este é um parâmetro de equilíbrio. Além disso, se uma parte doa de si algo de bom a outra parte, e se o outro toma o que foi oferecido, a relação é nutrida. De toda forma, quem recebeu, pode se sentir “em débito” e se achar adequado pode oferecer alguma coisa em troca, isso satisfaz o campo de constelação, pois o equilibra e nutre ambas as partes - nesta atitude há um movimento de “retorno”. Essa ação em oferecer algo de bom e a outra parte compensar, gera o fio condutor para que a relação vá em frente, tendo em vista que sempre haverá a possibilidade em dar algo em troca como retorno, formando um campo a ser “compensado”.


Nos relacionamentos em que existe amor recíproco, é natural que ambas as partes estejam dispostas a dar e tomar, caracterizando relações fluidas e leves. É uma troca que satisfaz, nutre os dois lados, o que, como consequência, promove compromisso. Quem recebe de bom grado sente gratidão, o que normalmente proporciona vontade em compensar, em nutrir a outra parte. Essa situação ocorre quando existe admiração e respeito mútuos, e quando os interesses, afinidades e objetivos estão em ressonância, ou seja, são aproximadamente os mesmos entre os indivíduos envolvidos na relação.


Se uma das pessoas só toma e não oferece nada de bom em troca, essa pessoa logo em breve perderá a parte que se doa, seja uma relação de amizade ou um relacionamento amoroso, isso acontece porque não existe a reciprocidade, a devida compensação. Relacionamentos não evoluem ou simplesmente se encerram devido ao desequilíbrio entre dar e tomar.



Agora, se a sua intenção é terminar um relacionamento, o ideal é que você pare de tomar o que a outra parte está oferecendo. Não é justo que você queira se afastar da pessoa e que continue a “receber” dela. Para encerrar o ciclo, se afaste e não receba mais. Se você não recebe mais, não irá se sentir culpado, devedor ou na obrigação em permanecer na relação.


Sendo assim, se o seu propósito é manter a relação, esteja consciente de que o campo exige que exista alguma troca positiva. Uma parte dá algo de bom e a outra parte necessariamente precisa compensar mais ou menos na mesma medida.


Nessas dinâmicas de relacionamentos existem exceções, o que é inerente aos campos de constelação, apenas observe e perceberá como é um processo real: na relação entre PAIS e FILHOS funciona dessa forma: os pais dão e os filhos tomam.


Com amor,


Aline Keny


🧩


No próximo post abordaremos a dinâmica de compensação (Lei do Equilíbrio) existente nas relações entre Pais e Filhos.


Vamos juntos?


Se sentir, compartilhe esta publicação com as pessoas queridas ao seu coração!

 

Slides produzidos no Canva/Imagens via Canva

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